|
Escolha:
Anna
Turja |
Eleanor Shuman |
Edith Russell Rosenbaum
| Michel Navratil
| Pastor John Harper
Thomas Andrews |
Molly Brown |
Condessa de Rothes |
J. Bruce Ismay |
Família Odell
|
Charles Lightoller
|
Anna Turja
Anna Turja tinha 18 anos quando navegava no
R.M.S. Titanic, ela estava navegando de 3ª classe junto
com seus pais. Para Anna o navio era uma cidade flutuante
o convés principal era maior que a sua rua na cidade em
que morava Finland.
Na noite de 14 de Abril de 1912, ela sentiu
um barulho e logo depois uma grande, agitação. Depois
disso um amigo de seu irmão batia na porta e falava “algo
está errado com o navio”, Anna e sua família se vestiram e
colocaram os coletes salva-vidas. Seu grupo começou a
dirigir-se para o convés dos botes, mas um membro da
tripulação tentou colocá-los para baixo mais sem sucesso.
“Recordo-me claramente que as portas estavam fechadas com
cadeados, para nos não subirmos, para cima”
fala Anna. Chegando ao convés dos botes Anna ouviu a
musica que a banda tocava, ela ainda viu uma luz no
horizonte que era o navio Californian.
No convés Anna e sua família encontraram
família de Panula que também eram da Finland, a senhora
Panula estava viajando com seus cincos filhos, ela estava
procurando um de seus filhos que tinha perdido no meio do
tumulto.
Bote salva-vidas.
O bote salva-vidas de Anna foi carregado
com seu peso total, ao chegar na água o eles remaram
rapidamente para longe do navio que estava afundando.
“Ouvimos grandes explosões quando as luzes
se apagaram” fala Anna. Seu bote estava tão cheio que sua
mão estava na borda do bote, que havia momentos que seus
dedos estavam molhados. Ficamos no bote por quase 8 horas,
embora era uma noite brilhante cheia de estrelas. “Foi
horrível ouvir aqueles gritos, eles estavam lá na água e
nos não podíamos fazer nada” diz Anna.
Carpathia.
As pessoas no navio Carpathia eram
maravilhosas. Deram seus cobertores e revestimentos,
qualquer coisa que poderia ajudar. Manteve-se procurando
seus companheiros de quarto, mas nunca viu qualquer um
deles outra vez. A família inteira de Panula e Anna também
não encontrou.
Nova Yorque.
Ao chegar em NY Anna e sua mãe fizeram sua
vida na América, na Califórnia.
A pergunta que Anna repetia durante todo
sua vida era: “eu nunca vou compreender porque Deus
pouparia uma menina pobre quando todos aquelas pessoas
ricas se afogaram...”
Anna Sophia Turja Lundi, California,
faleceu em 1982 com 89 anos de idade.
Eleanor Shuman
|Topo|
Eleanor Shuman era uma das últimas
sobreviventes do R.M.S Titanic, morreu com 87 anos de
idade no dia 09 de Março de 1998.
Shuman tinha menos de 02 anos (18 meses)
quando o Titanic afundou em 1912, ela estava entre os mais
de 700 sobreviventes num bote junto com sua mãe e seu
irmão.
Shuman chegou a ver o filme Titanic um ano
antes de morrer em Chicago e encontrou-se com o diretor
James Cameron. Ao fazer uma entrevista para um repórter em
Chicargo, Eleanor Shuman disse
“que ela parecia a Rose do filme”.
Edith
Russell Rosenbaum
|Topo|
A senhora Edith Russell Rosenbaum tinha 33
anos, quando navegava no R.M.S.Titanic, ela embarcou em
Cherbourg na França com o bilhete 17613 ela ocupo a cabine
A 11 da 1ª classe.
Edith Russell Rosenbaum era jornalista de
moda e estava fazendo um trabalho na França e decidiu
voltar aos EUA no Titanic.
Na noite de 14 de Abril de 1912 Edith
sentiu um frasco ligeiro seguido por um segundo impacto
muito mais forte. Enquanto estava no lado estibordo,
poderia ver o Iceberg deslizar por suas janelas.
Após a batida do navio no Iceberg, Edith
Russell recebeu ordens de ir ao convés dos botes
salva-vidas, chegando ao convés Russell viu grandes
indecisões e confusões, antes de entra num dos botes ela
percebeu que tinha deixado seu porquinho da sorte em sua
cabine era um porco pequeno de brinquedo com a pele branca
com manchas pretas, voltando a sua cabine Russell pego o
seu porco e deixou sua caixinha de jóias.
Edith Russell Rosenbaum deixou o Titanic no
bote salva-vidas de número 11. Após o naufrágio do Titanic
Edith Russell acalmou as crianças que estavam no bote 11
com o seu porquinho da sorte que tocava uma musica
(Maxixe) quando seu rabo era puxado.
Edith Russell viajou durante seus muitos
anos de vida, resistiu a vários acidentes como de carros,
furacões entre outros. Foi a primeira mulher
correspondente de guerras enquanto gastou o seu tempo nas
trincheiras com as tropas.
Edith Russell Rosenbaum viveu seus últimos
anos de vida em um hotel em Londres até a sua morte que
foi no dia 04 de Abril de 1975 ela morreu no hospital de
Mary Abbott em Londres, após ficar muito doente Edith
Russell
Rosenbaum morreu com 96 anos de idade.
Michel Navratil
|Topo|
Um dos últimos sobreviventes conhecidos do
Titanic, Michel Navratil, morreu no sul da França aos 92
anos de idade no dia 02 de Fevereiro de 2001.
Ele tinha apenas três anos quando o navio
se chocou contra um iceberg no Atlântico norte e afundou,
matando mais de 1.500 pessoas.
Navratil e seu irmão de dois anos de idade
foram colocados num bote salva-vidas e resgatados, mas seu
pai morreu no naufrágio. Ele era o último sobrevivente
homem conhecido. Acredita-se que quatro mulheres ainda
estejam vivas, de acordo com a Sociedade Histórica do
Titanic.
Memória.
“Eu não me lembro de ter sentido medo. Eu
me lembro do prazer de ser colocado dentro do bote
salva-vidas”, disse ele uma vez. Navratil dizia que suas
experiências no Titanic e a perda de seu pai tiveram
profundo efeito sobre sua vida. “Eu morri aos quatro.
Desde então tenho burlado a vida. Tenho sido um recolhedor
do tempo”, disse ele.
As estranhas circunstâncias de sua presença
no navio e sua sobrevivência sempre fascinaram os
historiadores.
O pai de Navralti comprou as passagens do
navio sob um nome falso, pois levava os meninos para Nova
Iorque sem a permissão da mãe deles, de quem havia se
separado.
Na noite do naufrágio, o pai de Navralti e
um estranho foram até a cabine e embrulharam as duas
crianças em roupas bem quentes. “Quando penso nisso, fico
emocionado, pois eles sabiam que iam morrer”.
Quando chegaram à Nova Iorque, uma mulher
que também se salvou no bote cuidou dos bebês até que
alguém os encontrasse eles. Os dois irmãos ficaram
conhecidos como os órfãos do Titanic, pois ninguém sabia o
nome verdadeiro das crianças.
Semanas após o resgate, a mãe dos dois a
Sra. Marcelle Navratil reconheceu os filhos desaparecidos
numa fotografia do jornal Le Figaro e, após uma
luta para comprovar a maternidade, conseguiu levá-los de
volta a França.
O irmão Edmond morreu muitos tempo atrás,
com 43 anos de idade. Michel foi professor de filosofia na
Universidade Montpellier e dizia que sua escolha
profissional foi muito influenciada pelo naufrágio. Apesar
da idade avançada, dizia recordar de tudo claramente, com
muitos detalhes. Ele chegou a ver o filme Titanic de James
Cameron e a cena que mais gostou foi a dos músicos tocando
enquanto o navio afundava.
Michel Navratil, sobrevivente do R.M.S.
Titanic morreu no dia 02 de Fevereiro de 2001 com 92 anos
de idade.
Pastor John Harper
|Topo|
Enquanto as águas escuras e geladas do
Atlântico enchiam lentamente o convés do Titanic, John
Harper gritava: Deixem as mulheres, crianças e descrentes
subirem nos botes salva-vidas. Harper tirou seu
salva-vidas - a última esperança de sobrevivência - e o
entregou a outro homem. Era noite de 14 de abril de 1912.
uma noite de heróis, e John Harper foi um deles. Apesar
das águas que o tragavam serem extremamente frias e do mar
à sua volta estar escuro, John Harper deixou este mundo
numa resplandecente glória.
Os atos de coragem de Harper foram
espontâneos. Ele não tinha motivo para imaginar que o
Titanic afundaria, nem tempo para escrever um roteiro. Uma
revista comercial, The Shipbuilder, descreveu o Titanic
como praticamente insubmergível.
Às 11:40 da noite de 14 de abril de 1912,
um iceberg rasgou o lado estibordo do navio, jogando gelo
por todo o convés e arrebentando talvez seis
compartimentos estanques. O mar se infiltrou rapidamente.
A maioria dos passageiros não acreditava
que o Titanic afundaria até que a tripulação começou a
lançar foguetes de sinalização para o alto. Charles
Pellegrino disse: A água brilhou por todos os lados. Botes
salva-vidas
podiam ser vistos nela... Naquele enorme
facho de luz artificial, as mentes também foram
iluminadas. Todos entenderam a mensagem dos foguetes por
si próprios. Depois dos foguetes, ninguém precisava ser
convencido a entrar nos botes salva-vidas.
Nunca é fácil assumir tais ações heróicas,
e para John Harper foi excepcionalmente difícil. Sua filha
pequena, Nana, estava viajando com ele.
Quatro anos antes, a mãe dela adoeceu e
morreu. Agora, Harper sabia, Nana ficaria órfã aos seis
anos de idade. Nana foi resgatada e mandada de volta à
Escócia, onde cresceu, casou-se. Após Harper ter colocado
sua filha num bote, ele saiu para socorrer as outras
pessoas.
O heroísmo altruísta desse escocês é
acentuado pela conduta contrastante de muitos colegas
passageiros nessa viagem mortal. Enquanto Harper entregava
seu colete salva-vidas, um banqueiro americano conseguiu
colocar um cachorro de estimação num bote.
Às 2:20 da manhã o Titanic começou sua
descida lenta para o fundo do mar, deixando uma nuvem
emergente de fumaça e vapor acima do seu túmulo. Nas águas
geladas do Atlântico Norte, na calada da noite, o navio
mais famoso do mundo terminou sua primeira e última
viagem, levanto consigo mais de 1500
almas inclusive a de Jonh Harper.
Thomas Andrews
|Topo|
Thomas Andrews encontrou seu fim ao
afundar-se com o navio que havia construído, mas Andrews
morreu como um verdadeiro herói, ajudando mulheres e
crianças a entrarem nos botes.
O fascínio.
Thomas Andrews: O principal construtor da
Harland e Wolff, em seus cadernos de projetos para o navio
Olympic por, exemplo revelam um homem obcecado com os
aspectos mecânicos e estéticos da construção naval.
Pareceu claramente ser a pessoa mais trágica a bordo seu
caráter é realçado somente o mais se aprende sobre o homem
real. Ao construir o R.M.S. Titanic, “o navio que nem Deus
poderia afundar” por ser a obra prima mas perfeita
construída pelas mãos do homem, sendo o mais poderoso e
mais luxuoso do século XX nada poderia ser comparado ao
R.M.S. Titanic. Andrews fez exame de um interesse pessoal
em cada aspecto de seus navios e naqueles que construíram.
Quando sua criação maior se afundou abaixo de seus pés,
trabalhou até que esteve banhado no suor para ajudar os
passageiros a entrarem nos botes antes de ir para baixo
com o navio.
A viajem.
Titanic tinha sido terminado e entregado à
linha White Star Line no dia 2 de Abril 1912. No dia 10
Abril, a atividade no navio cresceu mais e mais enquanto
foi preparado para sua primeira viajem no Atlântico Norte.
Foi carregado não somente com a carga comercial que está
sendo enviada a América, mas os últimos toques como aos
últimos detalhes da decoração, tiveram que ser terminados.
Supervisionando toda a atividade estava o famoso
engenheiro Thomas Andrews. Indicou-se freqüentemente que
soube cada detalhe de seu navio e nenhuns escaparam dele.
Durante os últimos dias teve muitas reuniões com
proprietários, coordenadores e oficiais, deu excursões e
eventos.
O trabalho de Andrews não foi terminado
quando navio deixou o porto de Southampton. Depois que a
viagem começou, continuou a ajudar ao grupo ajustar o
navio. Carregou um caderno com ele e fazia constantemente
anotações para melhorias. Ainda, em 14 abril, Andrews
observou a um amigo que o Titanic era tão quase perfeito
como os cérebros humanos podem fazer. Classifica
primeiramente que Andrews permaneceu durante a viagem, no
quarto
A 36, era uma das últimas adições minuciosas ao navio. O
quarto não aparece
nas plantas do navio até janeiro 1912. Adicionou-se ao
mesmo tempo em que o cerco para diante da plataforma, uma
mudança do Olympic, que permitiria que os passageiros da
1ª classe andassem ao redor sem se preocupar sobre o
pulverizador do oceano.
O Impossível.
Andrews e o capitão Smith observaram o
impacto e apressado imediatamente foi à sala do telégrafo,
e à ponte inquirir do primeiro oficial Murdoch, que tinha
estado no dever, o que tinha acontecido. Murdoch respondeu
que o navio tinha golpeado um iceberg. I
duro-um-starboarded e invertido os motores e me era
duro-um-porto indo em torno dele, mas era demasiado. Eu
não poderia fazer mais, ele explicou. O quarto oficial
Boxhall não poderia relatar nenhuns danos abaixo das
plataformas após sua inspeção breve, mas um carpinteiro e
um caixeiro do correio estouraram logo na ponte que
anuncia que o navio estava fazendo exame rapidamente na
água. Smith pediu então que Andrews estivesse chamado à
ponte. Smith e Andrews começaram sua própria inspeção ao
navio de modo que o construtor pudesse avaliar os danos. O
par manteve-se aos passageiros do grupo tanto quanto
possível, a fim evitar a atenção, e mantiveram-se suas
expressões ilegíveis. Andrews reviu os danos com o
capitão: “todos os primeiros seis compartimentos à prova
d’água estavam abertos ao mar”. Embora Titanic poderia
flutuar com combinações de até quatro destes
compartimentos rompidos, não poderia fazer assim com todos
os seis. Enquanto o peso da água nos compartimentos para
diante puxou o navio para baixo, derramou sobre os altos
dos anteparos e continuou até que o navio se afundou.
“Quanto tempo têm? uma hora e meia, possivelmente duas
horas”, Andrews julgou. Não necessitou indicar a Smith que
o navio carregava botes salva-vidas somente para a metade
dos passageiros.
O herói.
Após o capitão ter dado, ordens para
evacuarem o Titanic, Andrews viu que não havia nenhum
tempo para perder, Andrews ajudou os passageiros a
evacuarem o navio. Ajudou varias mulheres e crianças
entrarem nos botes. Pediu ao oficial Martin, que abrissem
as cabines de reserva para pegar mais coletes e
cobertores, para os oficias distribuí-los. Andrews deu
ordem para o segundo oficial Lightoller encher os botes,
com 65 e 70 pessoas. Quando o capitão Smith chamou os
botes de volta ao navio para colocarem mais pessoas o
engenheiro Andrews estava junto com ele e com o oficial
Wilde, mas infelizmente nenhum bote voltou!
Thomas Andrews mostrou todo o seu heroísmo
na tragédia do Titanic, foi um herói para muitos que
conseguiram se salvar e para nos que cultivamos a historia
do Titanic, Thomas Andrews merece todos os nossos
elogios.
Pensamentos finais.
Feito todo o poderia - tudo que qualquer um
poderia esperar - Thomas Andrews foi visto pela ultima fez
na sala de fumantes da primeira classe logo antes de
afundar-se. Foi visto olhando na pintura que graced o
mantle, aproximação ao mundo novo . Era um mundo novo que
nunca outra vez veria novamente. O que seus pensamentos e
sentimentos eram durante aqueles
últimos minutos, ninguém pode supor com nenhuma certeza.
Molly Brown
|Topo|
Molly Brown ficou mundialmente famosa pelos
seus atos de coragem em meio a uma tragédia! Molly
sobreviveu do naufrágio do Titanic se salvando no bote de
número 6 que foi abaixado 00:55 bombordo com 28 pessoas,
Molly ficou praticamente no “comando” do bote, após o
Titanic ter afundado, Molly pediu que o bote voltasse para
salvar os sobreviventes, mas o oficial falou com ela e com
as outras mulheres que eles não podiam fazer nada, mesmo
assim Molly insistiu pois o medo ainda não tinha tomado
conta de seu coração. No navio Carpathia o navio resgate,
ela ajudou a organizar os esforços de salvamento. Ao
chegar em Nova York, a imprensa americana a cerco de
perguntas e de elogios também, eles comemoram como a Sra.
Marrom de Unsinkable. Molly ajudou também com dinheiro,
para ajudar as vítimas. Antes que alcançaram Nova York,
quase $10.000,00 foram prometidos.
Seu marido como um mineiro; ganhou então
uma fortuna inventando um método para alcançar o ouro no
fundo das minas. Molly era uma das fundadoras do clube
Denver um clube de mulheres, que ajudava mulheres e
crianças, e trabalhava também para começar uma das
primeiras cortes juvenil no país. Logo depois que tentou
ganhar um assento no congresso dos EUA, antes que as
mulheres receberam direito de votar.
Depois da morte de seu marido as suas finanças diminuíram
lentamente, contam que ela morreu na pobreza no hotel
Barbizon-Clube de Nova York no dia 26 de Outubro de 1932.
Molly Brown e mostrada como uma grande
mulher em todos os filmes sobre o Titanic, por que mostrou
coragem em meio a uma terrível tragédia assim era Marrom
de Molly (Marrom De Margaret Tobin), ou então Molly Brown,
seu nome e uma mistura de fatos e ficção que promove
vários mistérios e merece todos os nossos elogios.
Molly Brown.
18 de Julho de 1867.
†
26 de Outubro de 1932.
Condessa de
Rothes
|Topo|
A Condessa de Rothes da Escócia Mrs. Noël
MacFie estava navegando de primeira classe no R.M.S.
Titanic.
Durante o naufrágio a Condessa, ajudou
varias mulheres a entrarem no bote de número 8, além disso
ela foi colocada para manobrar o leme do bote de número 8
bote no qual ela e sua criada se salvaram. Mais tarde, o
marinheiro Jones, responsável pelo bote, explicou ao
jornal The Sphere a razão que o levara a encarregá-la
daquela tarefa: “No meu barco havia uma mulher notável;
quando vi a forma como se comportava e ouvi a forma
enérgica, a calma como falava às outras, compreendi que
ela valia mais do que qualquer dos homens que tínhamos a
bordo”.
Durante um jantar com amigos um ano depois
do desastre, sentiu de repente a horrível sensação de frio
e o horror profundo que sempre associa com o Titanic. Por
momentos, ficou confusa, sem perceber a razão.
Apercebeu-se, então, de que a orquestra estava a tocar “Os
Contos de Hoffmann”, a última musica tocada depois do
jantar naquela noite funesta de domingo.
A Condessa de Rothes da Escócia Mrs. Noël
MacFie morreu no dia 1 de Setembro
numa quarta-feira de 1956, de problemas no coração.
J. Bruce Ismay
|Topo|
Este é o senhor J. Bruce Ismay, um dos
proprietários da White Star Line, Ismay deu um grande
exemplo de covardia deixando o seu navio num dos botes
salva-vidas. Viajante de primeira e luxuosa classe, quando
notou que o número de botes salva-vidas, eram
insuficientes para todos a bordo, Ismay encontrou o seu
lugar, no bote desmontável C que foi abaixando com 32
pessoas, sendo este o último bote á estibordo a ser
descido, á 1:40 da manhã. Depois de se salvar, Ismay virou
as costas para o inevitável ou seja para o seu navio (no
filme de Cameron, podemos ver Ismay de costas para o
Titanic durante o naufrágio), a imprensa americana
condenou Ismay como um covarde
oportunista, uma acusação que o perseguiu até sua morte,
em 1937.
Família Odell
|Topo|
A família Odell fazia parte de um grupo de
abastados passageiros de primeira classe que haviam
embarcado em Southampton para viajar para cidade irlandesa
de Queenstown.
A fama da família, que não compartilhou o
trágico destino do navio, se deve à paixão de seus membros
pela fotografia, um interesse pouco freqüente na época,
quando as técnicas e os equipamentos ainda não tinham
alcançado grande difusão. Além das típicas cenas de
recordação (de grande valor por sua raridade e de enorme
utilidade para reconstituir o ambiente do navio), o álbum
fotográfico dos Odell contém imagens excepcionais do
incidente com o
New York, quando ambos os navios quase se chocaram.
Charles
Lightoller
|Topo|
Relato revela últimos momentos do Titanic.
A popa do Titanic ficou apontada para o céu
estrelado por quase dois minutos antes de afundar
vagarosamente rumo às profundezas do oceano, afirma um
relato dramático sobre os últimos momentos do luxuoso
cruzeiro.
"Ouvimos
um retumbar e um choque de dentro do navio, como o som de
um trovão distante", descreveu o segundo oficial Charles
Lightoller, o membro da tripulação com patente mais alta a
sobreviver ao desastre de 1912. Eram exatamente 2h quando
o navio atingiu uma perpendicular perfeita e ficou nessa
posição por um período de cerca de dois minutos, com sua
popa apontando para cima, em um espetáculo incrível,
descreveu. Depois, vagarosamente, e logo com velocidade
cada vez maior, o navio escorregou para debaixo das águas.
O relatório de 17 páginas, que teve alguns trechos
publicados por jornais Lightoller descreve a água
verde e fria que se arrastava assombrosamente escada acima
depois de o navio ter atingido o iceberg durante sua
viagem inaugural. Uma autoridade entregou-lhe um revólver
quando o navio começou a afundar e lhe disse: “Você pode
precisar disso”. Lightoller afirmou ter usado a arma para
obrigar alguns homens a saírem de um bote salva-vidas no
qual colocou mulheres e crianças.
O segundo oficial conta ter ficado a bordo
do navio mesmo quando ele já se inclinava bastante. Quase
todo mundo começou a instintivamente subir rumo à popa,
que ainda estava fora da água.
Ele descreve como a água varria os corpos
no deque do navio superior e como decidiu pular na água,
usando apenas um suéter sobre seu pijama. "Estava
afundando rapidamente quando uma enorme bolha de ar quente
saiu de uma das chaminés e me levou para a superfície",
disse ele no texto.
Lightoller viu o Titanic afundar enquanto
se segurava em um dos destroços da embarcação. O segundo
oficial foi a última pessoa a ser resgatada e se tornou
uma importante testemunha na investigação do acidente.
Nascido em Lancashire, no noroeste da
Inglaterra, em 1874, Lightoller tomou seu primeiro navio
aos 13 anos e sobreviveu a quatro outros naufrágios.
|Topo| |